Caminhada de Cura
Os povos indígenas e interpretam a cura como uma conseqüência da relação harmônica do homem com a natureza. A cura, nesta óptica, não significa a supressão imediata dos sintomas ou a resolução, instantânea dos desequilíbrios que provocaram a desconexão do homem com todo o sagrado e o universal.
Ela pode ser até o simples reconhecimento dos potenciais internos de transformação de cada um, mas, com certeza, representa sempre uma nova oportunidade. Curar-se é desapegar-se do medo.
Para encontrar uma forma de cura de especial, que pudesse responder a um desafio ou a um problema pessoal, nossos ancestrais caminhavam com frequência pelas florestas ou sob de rochedos das montanhas em busca de indicações ou sinais que pudessem auxilia-los na cura e na sua busca de sabedoria. Esta caminhada de cura constituía um meio de restabelecer os laços com os seus Guias, ou ajudante de cura.
Um dos instrumentos de cura usados pelos povos indígenas do norte e do sul é a roda da medicina, também chamado de elo sagrado. Armada a roda, estabelece-se um ritual do poder no qual são utilizadas as energias das quatro direções, dos animais totens, das pedras e cristais, dos quatro elementos "terra, água, fogo e ar" e toda uma vasta simbologia que nos conecta com as forças cósmicas da criação da cura. O que nos permite manter na a conexão com toda a família planetária é a nossa intenção. E é por meio dela que alcançamos o dom de cura para nossas vidas, utilizando este poder pessoal e os recursos da imaginação. Ou seja, a capacidade de acessar as outras realidades, além desta que vivemos diariamente na nossa vida de cidadãos comuns.
O poder de cura está dentro de nossos. Os verdadeiros curadores reconhecem e sabem que o poder do amor é a mais poderosa metodologia de cura que o ser humano pode acessar com facilidade, pois está dentro de cada um. Todo processo de cura, passa necessariamente, pelo coração. Quer seja o curador ou o curado. Sem isso, é impossível acessar as forças curadores e curativas que o universo disponibiliza para nós.
O curador verdadeiro é aquele que consegue expressar o ser em toda sua plenitude e que aprendeu a importância do curar a si mesmo no caminho da responsabilidade sobre si, compreendendo os seus limites e responsabilidades, reconhecendo-se parte do todo e, portanto, co-responsável pela doença ou cura do planeta e seus habitantes.
O princípio da cura prega a necessidade de harmonia, equilíbrio, para se alcançar o bem-estar. Tudo aquilo que ajude o ser humano a se harmonizar com as demais manifestações de vida no planeta, permita a sua integração com ecossistema e auxiliem o processo de adaptação dos corpos fisco, emocional, mental e espiritual representa uma medicina.
Os xamãs possuem quatro medicina de principais: cura, acesso a conhecimento novo ou perdido, desenvolvimento do poder, profecia ou predições. Apesar de terem conhecimentos em todas elas, costumam concentrar-se em uma a fim de conhecê-la mais a fundo. Cada processo de transmutação e cada curador traz a sua medicina própria. E todos os nativos se refere à medicina como conjunto de elementos desse processo e a forma como eles são utilizados por determinado xamã.
Ela pode ser até o simples reconhecimento dos potenciais internos de transformação de cada um, mas, com certeza, representa sempre uma nova oportunidade. Curar-se é desapegar-se do medo.
Para encontrar uma forma de cura de especial, que pudesse responder a um desafio ou a um problema pessoal, nossos ancestrais caminhavam com frequência pelas florestas ou sob de rochedos das montanhas em busca de indicações ou sinais que pudessem auxilia-los na cura e na sua busca de sabedoria. Esta caminhada de cura constituía um meio de restabelecer os laços com os seus Guias, ou ajudante de cura.
Um dos instrumentos de cura usados pelos povos indígenas do norte e do sul é a roda da medicina, também chamado de elo sagrado. Armada a roda, estabelece-se um ritual do poder no qual são utilizadas as energias das quatro direções, dos animais totens, das pedras e cristais, dos quatro elementos "terra, água, fogo e ar" e toda uma vasta simbologia que nos conecta com as forças cósmicas da criação da cura. O que nos permite manter na a conexão com toda a família planetária é a nossa intenção. E é por meio dela que alcançamos o dom de cura para nossas vidas, utilizando este poder pessoal e os recursos da imaginação. Ou seja, a capacidade de acessar as outras realidades, além desta que vivemos diariamente na nossa vida de cidadãos comuns.
O poder de cura está dentro de nossos. Os verdadeiros curadores reconhecem e sabem que o poder do amor é a mais poderosa metodologia de cura que o ser humano pode acessar com facilidade, pois está dentro de cada um. Todo processo de cura, passa necessariamente, pelo coração. Quer seja o curador ou o curado. Sem isso, é impossível acessar as forças curadores e curativas que o universo disponibiliza para nós.
O curador verdadeiro é aquele que consegue expressar o ser em toda sua plenitude e que aprendeu a importância do curar a si mesmo no caminho da responsabilidade sobre si, compreendendo os seus limites e responsabilidades, reconhecendo-se parte do todo e, portanto, co-responsável pela doença ou cura do planeta e seus habitantes.
O princípio da cura prega a necessidade de harmonia, equilíbrio, para se alcançar o bem-estar. Tudo aquilo que ajude o ser humano a se harmonizar com as demais manifestações de vida no planeta, permita a sua integração com ecossistema e auxiliem o processo de adaptação dos corpos fisco, emocional, mental e espiritual representa uma medicina.
Os xamãs possuem quatro medicina de principais: cura, acesso a conhecimento novo ou perdido, desenvolvimento do poder, profecia ou predições. Apesar de terem conhecimentos em todas elas, costumam concentrar-se em uma a fim de conhecê-la mais a fundo. Cada processo de transmutação e cada curador traz a sua medicina própria. E todos os nativos se refere à medicina como conjunto de elementos desse processo e a forma como eles são utilizados por determinado xamã.


